Como é hábito aos domingos de manhã, estava
combinado eu ir andar de bicicleta com o grupo do costume, no entanto quando
acordei de manhã, estava a chover, e como eu não faço BTT, e não gosto de
ir ao alcatrão, não saí com a minha fininha, e nem da cama.
Mas o treino é para manter, e à tarde o sol espreitava por entre as nuvens, e como provavelmente não ira chover durante a próxima hora, calcei as sapatilhas, e fui
correr.
Fiz o percurso habitual dos 11km, em que a primeira metade é feita por
caminhos de pinhal e a outra metade é feita quase exclusivamente sob alcatrão.
Cada vez mais,
gosto deste trajeto, e cada vez mais gosto de correr, o que tem colocado a
bicicleta em segundo plano, isto apesar de não me ver a fazer uma das duas atividades em exclusivo.
Fiz os primeiros
quilómetros em ritmo lento, só quando cheguei a meio do percurso, já a correr
em alcatrão é que acelerei o passo. Fiz a passagem do 10º Km aos 60 minutos e
concluí o percurso com o tempo aproximado de 1h07 min.
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Sunday, 14 October 2012
Tuesday, 4 September 2012
A terceira subida à serra do Caramulo
J.R.#3, eu sei que és o único que lê estes artigos, prepara-te, porque este é longo.
Depois de ter sido espicaçado ao longo destes últimos dias pelo meu colega de estaminé, fiz hoje a volta que tinha previsto fazer no passado domingo, mas que devido a um impedimento não foi feita.
Portanto J.R.#3, a volta de hoje é para pagar a dívida das voltas domingueiras que tenho andado a faltar, e acredita, esta custou-me bastante caro, já que as coisas correram como previsto, mas não como eu tinha previsto. Passo a explicar.
Saí de casa, faltavam ainda uns minutos para as 9h, e segui em direção a Malhapão, seguindo depois para Oiã, Águeda – tal como se pode ver no percurso que coloquei no Wikiloc -, e ao chegar à placa que indica que estamos a 31 quilómetros da vila do Caramulo iniciei o cronómetro.
O objectivo era saber o tempo que era capaz de fazer nesta minha terceira subida ao Caramulo pela estrada N230.
As duas primeiras foram feitas no verão do ano passado.
Da primeira vez fui sozinho, e como a experiência era pouca, e as pernas ainda não suportavam grandes distâncias, fiz duas paragens para comer e recobrar as forças, cheguei “lá a cima” depois de 3 horas a pedalar, e excluindo as paragens, porque caso as incluísse, então o tempo seria na ordem das 4 horas. Da segunda vez, e já com o J.R.#3 a “puxar” fiz este mesmo percurso em pouco mais de duas horas e meia, mas uma vez mais estou a excluir as duas paragens feitas nos mesmos sítios. Apesar de já termos começado a colocar alguns textos neste blogue, não registei o tempo decorrido para fazer esses 31 km que separam Bolfiar da vila do Caramulo. Achei na altura que relatar esta aventura seria pouco interessante, afinal de contas estávamos a fazer o percurso com uma velocidade baixa e mesmo assim eu não conseguia fazê-la sem paragens. Pelo meio houve ainda uma outra tentativa de subir o Caramulo no dia 5 de Fevereiro. Éramos para fazê-la em conjunto, mas como estava bastante frio, e se bem me lembro, o J.R.#3 não estava em condições físicas para completá-la, ficámo-nos apenas por São João do Monte. Uns dias mais tarde quem não pôde ir fui eu, e lá foi o J.R.#3 sozinho apanhar com o frio da serra do Caramulo. Feito o resumo das anteriores subidas e como atualmente ando de bicicleta a um ritmo consideravelmente superior ao que tinha há um ano, estava curioso por saber quanto tempo demoro a fazer esses mesmos 31 km para chegar à vila do Caramulo. Sabia que não era um cenário muito irrealista fazer a subida com um tempo um pouco superior a duas horas sem paragens. Os primeiros 20 km – até São João do Monte – foram feitos em cerca de 1h15, um tempo muito melhor do que estava à espera e como tal sabia que provavelmente o tempo total da subida seria inferior a 2 horas se tudo corresse bem, no entanto os últimos 11 quilómetros foram muito duros, paguei o preço de ter andado a um ritmo ligeiramente superior ao que habitualmente faço nas subidas, e como às 11 horas da manhã o calor já se fazia sentir com bastante intensidade e sede apertava, tive que fazer uma pequena paragem a cerca de 8 quilómetros da meta para reabastecer o bidão de água, bebi água para aguentar os últimos quilómetros, estiquei as pernas que já começavam a doer, e não era só as pernas que doía. A paragem fez-me mal. Acho que bebi água a mais, e estive minutos a mais parado, é que partir desse ponto nunca mais consegui ir ao ritmo que antes levava, e a 4 ou 5 km do Caramulo já estava a fazer contas de cabeça para saber se ainda seria possível bater as duas horas. Cheguei ao Caramulo com 1h58m30s, fazendo o último quilómetro, que é a descer, a cerca de 50km/h. Estava com receio de ultrapassar a barreira psicológica das duas horas.
Tirei as fotos da praxe e de seguida dirigi-me ao parque da cidade, sentei-me para comer, reabastecer de água, e descansar as pernas, e fugir um pouco do sol.
O dia estava muito quente, e do Caramulo viam-se com bastante nitidez os incêndios que nesse momento lavravam no distrito de Viseu.
Após esta etapa concluída, dirigi-me para o Caramulinho, mas as pernas já não aguentavam grandes esforços, e como estava muito calor – o ciclo computador marcava 36 ºC- , fiz parte do percurso a pé, até porque sabia que o percurso era longo até casa. Aproveitei para ir tirando fotografias aos “ventiladores” do Caramulo e ir apreciando a paisagem.
Por volta da 1 hora da tarde inicio a descida pela estrada N230-3 em direção ao Teixo. Optei por fazer a descida da serra do caramulo por este percurso, porque pela N230 a descida é bastante monótona com curva e contra curva, e pelo que vi no Google Earth a estrada por este lado parece ser “mais a direito”. Mal sabia eu o que me aguardava. A qualidade do pavimento é muito boa, mas as descidas são muito mais inclinadas, e mesmo a travar em muitas partes do percurso, a bicicleta não descia dos 40km/h, só travando a fundo e a queimar pneu é que a velocidade diminuía. Para ser ter uma noção do que estou a falar, a inclinação média nos primeiros sete quilómetros é de 7% com um máximo de 15%, o que é quase o dobro do declive da N230. Ao chegar a Freimoninho já sabia que ia apanhar uma subida, não sabia é que era de 13%. Tive que fazê-la a pé, sob calor intenso, um quilómetro depois entramos no distrito de Aveiro, e a qualidade do pavimento passa de muito boa a má.
Em Falgoselhe enganei-me, e em vez de seguir em frente fui parar à Talhada, lá andei para a frente e para trás, a tentar perceber onde é que eu me tinha enganado. Estava completamente desorientado sem saber se estava na direção de casa ou se estava a voltar para trás. Foi nessa altura, em que saí de cima da bicicleta para andar um pouco a pé, e desta forma tentar descortinar que rumo seguir, que me apercebi que as travagens feitas a fundo me tinham custado o pneu de trás, ou seja, já tenho trabalho para o próximo sábado, mudar o pneu da frente pelo de trás e esperar que a volta de domingo não seja muito acidentada. Após algumas indecisões, arrisquei numa direção e fui parar ao lugar de Igreja, foi um alívio quando lá cheguei, porque já andava perdido há mais de meia hora. Sabendo onde estava, agora restava fazer o percurso para casa, já sem água, sem comida e com a temperatura a atingir os 37 ºC.
Enquanto não perder mais uns quilos, ou mudar de bicicleta, tão cedo não volto a descer a serra do Caramulo por este lado, como diria Mário Lino, jamé.
Cheguei a casa já passava das 3 horas da tarde, completamente exausto e cheio de sede. Devo ter bebido pelo menos uns dois litros de água desde que cheguei.
É isto que normalmente acontece quando me ponho em aventuras, e tento descobrir novos percursos. Ainda bem que o J.R.#3 não foi comigo, senão tinha missa para uma semana.
Resta saber quando é que volto ao Caramulo, mas de uma coisa eu tenho a certeza pela N230-3 é que eu não vou, isso é certo e garantido.
Depois de ter sido espicaçado ao longo destes últimos dias pelo meu colega de estaminé, fiz hoje a volta que tinha previsto fazer no passado domingo, mas que devido a um impedimento não foi feita.
Portanto J.R.#3, a volta de hoje é para pagar a dívida das voltas domingueiras que tenho andado a faltar, e acredita, esta custou-me bastante caro, já que as coisas correram como previsto, mas não como eu tinha previsto. Passo a explicar.
Saí de casa, faltavam ainda uns minutos para as 9h, e segui em direção a Malhapão, seguindo depois para Oiã, Águeda – tal como se pode ver no percurso que coloquei no Wikiloc -, e ao chegar à placa que indica que estamos a 31 quilómetros da vila do Caramulo iniciei o cronómetro.
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| O local da partida |
As duas primeiras foram feitas no verão do ano passado.
Da primeira vez fui sozinho, e como a experiência era pouca, e as pernas ainda não suportavam grandes distâncias, fiz duas paragens para comer e recobrar as forças, cheguei “lá a cima” depois de 3 horas a pedalar, e excluindo as paragens, porque caso as incluísse, então o tempo seria na ordem das 4 horas. Da segunda vez, e já com o J.R.#3 a “puxar” fiz este mesmo percurso em pouco mais de duas horas e meia, mas uma vez mais estou a excluir as duas paragens feitas nos mesmos sítios. Apesar de já termos começado a colocar alguns textos neste blogue, não registei o tempo decorrido para fazer esses 31 km que separam Bolfiar da vila do Caramulo. Achei na altura que relatar esta aventura seria pouco interessante, afinal de contas estávamos a fazer o percurso com uma velocidade baixa e mesmo assim eu não conseguia fazê-la sem paragens. Pelo meio houve ainda uma outra tentativa de subir o Caramulo no dia 5 de Fevereiro. Éramos para fazê-la em conjunto, mas como estava bastante frio, e se bem me lembro, o J.R.#3 não estava em condições físicas para completá-la, ficámo-nos apenas por São João do Monte. Uns dias mais tarde quem não pôde ir fui eu, e lá foi o J.R.#3 sozinho apanhar com o frio da serra do Caramulo. Feito o resumo das anteriores subidas e como atualmente ando de bicicleta a um ritmo consideravelmente superior ao que tinha há um ano, estava curioso por saber quanto tempo demoro a fazer esses mesmos 31 km para chegar à vila do Caramulo. Sabia que não era um cenário muito irrealista fazer a subida com um tempo um pouco superior a duas horas sem paragens. Os primeiros 20 km – até São João do Monte – foram feitos em cerca de 1h15, um tempo muito melhor do que estava à espera e como tal sabia que provavelmente o tempo total da subida seria inferior a 2 horas se tudo corresse bem, no entanto os últimos 11 quilómetros foram muito duros, paguei o preço de ter andado a um ritmo ligeiramente superior ao que habitualmente faço nas subidas, e como às 11 horas da manhã o calor já se fazia sentir com bastante intensidade e sede apertava, tive que fazer uma pequena paragem a cerca de 8 quilómetros da meta para reabastecer o bidão de água, bebi água para aguentar os últimos quilómetros, estiquei as pernas que já começavam a doer, e não era só as pernas que doía. A paragem fez-me mal. Acho que bebi água a mais, e estive minutos a mais parado, é que partir desse ponto nunca mais consegui ir ao ritmo que antes levava, e a 4 ou 5 km do Caramulo já estava a fazer contas de cabeça para saber se ainda seria possível bater as duas horas. Cheguei ao Caramulo com 1h58m30s, fazendo o último quilómetro, que é a descer, a cerca de 50km/h. Estava com receio de ultrapassar a barreira psicológica das duas horas.
Tirei as fotos da praxe e de seguida dirigi-me ao parque da cidade, sentei-me para comer, reabastecer de água, e descansar as pernas, e fugir um pouco do sol.
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| Eu mesmo, à entrada do Caramulo |
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| Incêndios em Viseu |
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| "Ventiladores" do Caramulo |
Em Falgoselhe enganei-me, e em vez de seguir em frente fui parar à Talhada, lá andei para a frente e para trás, a tentar perceber onde é que eu me tinha enganado. Estava completamente desorientado sem saber se estava na direção de casa ou se estava a voltar para trás. Foi nessa altura, em que saí de cima da bicicleta para andar um pouco a pé, e desta forma tentar descortinar que rumo seguir, que me apercebi que as travagens feitas a fundo me tinham custado o pneu de trás, ou seja, já tenho trabalho para o próximo sábado, mudar o pneu da frente pelo de trás e esperar que a volta de domingo não seja muito acidentada. Após algumas indecisões, arrisquei numa direção e fui parar ao lugar de Igreja, foi um alívio quando lá cheguei, porque já andava perdido há mais de meia hora. Sabendo onde estava, agora restava fazer o percurso para casa, já sem água, sem comida e com a temperatura a atingir os 37 ºC.
Enquanto não perder mais uns quilos, ou mudar de bicicleta, tão cedo não volto a descer a serra do Caramulo por este lado, como diria Mário Lino, jamé.
Cheguei a casa já passava das 3 horas da tarde, completamente exausto e cheio de sede. Devo ter bebido pelo menos uns dois litros de água desde que cheguei.
É isto que normalmente acontece quando me ponho em aventuras, e tento descobrir novos percursos. Ainda bem que o J.R.#3 não foi comigo, senão tinha missa para uma semana.
Resta saber quando é que volto ao Caramulo, mas de uma coisa eu tenho a certeza pela N230-3 é que eu não vou, isso é certo e garantido.
Sunday, 5 August 2012
Monday, 23 July 2012
Pedalando à noite para cumprir a pedalada semanal
No sábado estive a comer o que não devia e em quantidades que não devia, e como se isso não bastasse deitei-me bastante tarde, ou seja ontem ao acordar não estava em condições mínimas para ir pedalar sobretudo se quisesse ir a um rimo decente.
Mas isso já lá vai.
Como não me posso dar ao luxo de faltar aos treinos semanais, decidi que hoje iria fazer a subida do luso pela N336.
Sai de casa já bastante tarde - 19h30 -, e não verifiquei a distância do percurso antes de partir. Assim quando parti de casa tinha a certeza que o percurso que eu iria fazer até ao Luso seria de aproximadamente 50Km, mais quilómetro, menos quilómetro e como tal se tudo corresse bem a volta demoraria duas horas. Por volta das 9h30, ou seja um pouco antes do anoitecer estaria em casa. Enganei-me, e por mais que uma vez.
A primeira foi em Anadia. As estradas no centro da cidade estão todas em péssimo estado, a maioria são mesmo intransitáveis, e como tal tive que fazer um desvio de percurso de dois ou três quilómetros com algumas pausas pelo meio.
O segundo erro foi de cálculo, já que a distância de minha casa até ao Luso pela N336 não é de 50Km mas sim de 60Km sem desvios.
Resultado, cheguei a casa já depois das 10h já o sol se tinha posto há muito. O conta-quilómetros registava sessenta e dois quilómetros feitos em duas horas e quarenta.
Da próxima vez que sair de casa tão tarde tenho é que ter o cuidado de verificar a distância do percurso e de fazer melhor as contas. É que eu tinha a certeza que chegaria a casa ainda com alguma visibilidade.
Mas isso já lá vai.
Como não me posso dar ao luxo de faltar aos treinos semanais, decidi que hoje iria fazer a subida do luso pela N336.
Sai de casa já bastante tarde - 19h30 -, e não verifiquei a distância do percurso antes de partir. Assim quando parti de casa tinha a certeza que o percurso que eu iria fazer até ao Luso seria de aproximadamente 50Km, mais quilómetro, menos quilómetro e como tal se tudo corresse bem a volta demoraria duas horas. Por volta das 9h30, ou seja um pouco antes do anoitecer estaria em casa. Enganei-me, e por mais que uma vez.
A primeira foi em Anadia. As estradas no centro da cidade estão todas em péssimo estado, a maioria são mesmo intransitáveis, e como tal tive que fazer um desvio de percurso de dois ou três quilómetros com algumas pausas pelo meio.
O segundo erro foi de cálculo, já que a distância de minha casa até ao Luso pela N336 não é de 50Km mas sim de 60Km sem desvios.
Resultado, cheguei a casa já depois das 10h já o sol se tinha posto há muito. O conta-quilómetros registava sessenta e dois quilómetros feitos em duas horas e quarenta.
Da próxima vez que sair de casa tão tarde tenho é que ter o cuidado de verificar a distância do percurso e de fazer melhor as contas. É que eu tinha a certeza que chegaria a casa ainda com alguma visibilidade.
Monday, 7 November 2011
Mudar a password no Wikiloc
O Wikiloc atualmente não permite que o utilizador modifique
a password associada à sua conta através de uma página de perfil ou painel
de controlo de utilizador como em tantos outros sítios. A única forma de modificá-la
é “esquecermo-nos” da senha. Passo a explicar.
Depois de fazermos logout, somos encaminhados para a página
de início do Wikiloc, onde clicando na hiperligação para aceder à página de membros do Wikiloc invés de indicamos o Email/Nome de utilizador e a respectiva
password, clicamos na hiperligação esqueceu a senha. Somos encaminhados para uma
página onde introduzimos o nosso e-mail, e é nos enviado um e-mail com
instruções para indicarmos uma nova senha.
E já está. É necessário fazer todos estes passos unicamente
para mudar uma palavra-chave.
No entanto é possível mudar o endereço de e-mail na página
de configurações.
Thursday, 25 August 2011
Buçaco vs Caramulinho
Em Março partimos em direcção à Cruz Alta, Buçaco. Começando no Troviscal até ao destino, subimos cerca de 515 metros de altura, em 30 km. No fim de Agosto, subimos o Caramulinho. Iniciámos em Oliveira do Bairro, 35 metros de altura, chegando a atingir no destino, 1000 metros de altura, em 55 km.
No Buçaco nos últimos 10km subimos 400 metros, enquanto para o Caramulinho nos últimos 20km subimos 750 metros. Isto mostra que a inclinação do primeiro percurso é superior à do segundo. Apesar da inclinação ser superior, dificultou-me mais o Caramulinho por serem o dobro de quilómetros a subir.
No Buçaco nos últimos 10km subimos 400 metros, enquanto para o Caramulinho nos últimos 20km subimos 750 metros. Isto mostra que a inclinação do primeiro percurso é superior à do segundo. Apesar da inclinação ser superior, dificultou-me mais o Caramulinho por serem o dobro de quilómetros a subir.
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Percursos
Thursday, 23 June 2011
Figueira da Foz
Com a chegada do calor, resolvemos ir até à Figueira da Foz.
Resumo:
Distância - 65,05 Km
Altura acumulada - 292 metros
Qualidade do pavimento - Maior parte bom
Dificuldade - Fácil
Resumo:
Distância - 65,05 Km
Altura acumulada - 292 metros
Qualidade do pavimento - Maior parte bom
Dificuldade - Fácil
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Percursos
Thursday, 26 May 2011
Contra-Relógio 1
Percurso:
Porto Clérigo; Rotunda de Bustos; Campanas; Vilarinho do Bairro; São Lourenço do Bairro; São Mateus; Amoreira da Gândara; Porto Clérigo.
Resumo:
Distância - 35Km
Altura acumulada - 190m
Qualidade do pavimento - Maior parte bom, no restante razoável
Dificuldade - Fácil
Porto Clérigo; Rotunda de Bustos; Campanas; Vilarinho do Bairro; São Lourenço do Bairro; São Mateus; Amoreira da Gândara; Porto Clérigo.
Resumo:
Distância - 35Km
Altura acumulada - 190m
Qualidade do pavimento - Maior parte bom, no restante razoável
Dificuldade - Fácil
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Contra-Relógio,
Percursos
Saturday, 21 May 2011
N335
Após um mês sem fazer nenhum percurso de bicicleta digno de registo, decidi verificar a qualidade do piso da N335 de Oliveira do Bairro (Bustos) até Montemor-o-Velho (Lavaris) com o objetivo de numa das próximas semanas ir até Alfarelos.
A ida revelou-se fácil, apesar de algumas dores nas costas a meio do percurso de ida, talvez devido à falta de hábito em pedalar. Apesar desta situação e de ter optado por andar num ritmo moderado, a média final situou-se ligeiramente acima dos 25Km/h. Prevejo que num futuro próximo possa chegar a Montemor com uma média próxima dos 30Km/h.
O alcatrão ao longo da N335 encontra-se em relativas boas condições, excepção feita em Lemede e no Meco devido às obras de saneamento, onde devemos circular com um pouco mais de atenção.
Resumo:
Distância - 37Km
Altura acumulada - 227m
Qualidade do pavimento - Muito Bom na maior parte
Dificuldade - Fácil
A ida revelou-se fácil, apesar de algumas dores nas costas a meio do percurso de ida, talvez devido à falta de hábito em pedalar. Apesar desta situação e de ter optado por andar num ritmo moderado, a média final situou-se ligeiramente acima dos 25Km/h. Prevejo que num futuro próximo possa chegar a Montemor com uma média próxima dos 30Km/h.
O alcatrão ao longo da N335 encontra-se em relativas boas condições, excepção feita em Lemede e no Meco devido às obras de saneamento, onde devemos circular com um pouco mais de atenção.
Resumo:
Distância - 37Km
Altura acumulada - 227m
Qualidade do pavimento - Muito Bom na maior parte
Dificuldade - Fácil
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Friday, 20 May 2011
Destino Costa Nova
Aqui está o percurso que habitualmente fazemos até à Costa Nova. Simples, rápido e com pouco trânsito, excepto no período de verão.
Chamo à atenção que este foi o primeiro grande percurso/desafio que fizemos no verão de 2010. Um grande desafio na altura, agora um passeio de domingo.
Resumo:
Distância - 30Km
Altura acumulada - 63m
Qualidade do pavimento - Bom
Dificuldade - Fácil
Chamo à atenção que este foi o primeiro grande percurso/desafio que fizemos no verão de 2010. Um grande desafio na altura, agora um passeio de domingo.
Resumo:
Distância - 30Km
Altura acumulada - 63m
Qualidade do pavimento - Bom
Dificuldade - Fácil
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Percursos
Wednesday, 2 March 2011
Pelo Distrito de Aveiro
Resumo:
Distância - 101,28 Km
Altura acumulada - 370 m
Qualidade do pavimento - Maior parte bom
Dificuldade - Moderada
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Percursos
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